quarta-feira, 30 de junho de 2010

Êta... Saudade...

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Pessoas, sei que tô vivendo um momento muito especial na minha vida, tenho saudade de tudo. Pessoas, lugares, canções, amores, momentos... tudo tem sido muito especial. Lembro os olhares, o gestuário, as palavras, o cheiro, as vezes até mesmo o gosto, sim, eu coinsigo me lembrar dos gostos. Mas, sei lá, isso tem me deixado muito introspectivo e triste. Algumas lembranças não me fazem bem, alguns rostos idem.
Mas o bom disso tudo é que tem sempre muita coisa boa lá no baú da memória e que quando trazemos à tona, nos faz ter as melhores sensações do mundo. Dá vontade de rir, de chorar, me emociono muito facilmente.
Lembrar de lugares é muito fantástico, lembro quando pisei meu pé pela primeira vez na Av. Paulista, que sensação boa, que sentimento bom em ver o concreto virar harmonia, era tudo muito lindo, as luzes, as cores, os reflexos, as pessoas e eu alí no meio de tudo, só observando tudo, inspirando aquele ar pesado e uma alegria me tomou. Mas é claro que lembro também de Ituaçu, o cheiro de mato, a fumaça das fogueiras, o frio intenso, a cachoeira, a serra, a gruta com seu ar tão pesado quanto o da Av. Paulista, a beleza das montanhas, do verde, claro que Ituaçu tem gosto, ainda consigo sentí-lo, assim como o gosto das pizzas paulistanas.
Aí vem o momento que começo a povoar esses cenários com as pessoas que amo, quase sempre elas estão por perto, mas não vou aqui citar nomes, não preciso, essas pessoas estão, não só na minha memória, mas também no meu coração. Impossível conter as lágrimas e não rir, isso mesmo, rir, afinal, são a minha essência que essas pessoas e lembraças formam.
O caminho as vezes é árduo, isso é fato, mas sempre podemos torná-lo mais fácil.
Pois é, já me fizeram chorar por hoje, já me fizeram sorrir por sempre. Até mesmo os meus amigos virtuais, eu consigo fazer uma imagem e tento imaginá-los lendo esse "post". Meu Deus, é muita gente... fico até com medo de não lembrar de todo mundo.
Êta... Saudade...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Se não existisse essa distância...

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Pessoas, espero que me compreendam, é um desabafo... Porque estamos sempre nos distanciando uns dos outros? Porque tem que haver a distância? Esse mundo virtual nos leva mais longe do que jamais imaginamos ir. É certo que a comunicação entre pessoas distantes sempre existiu, afinal de contas, é disso que os correios viveu durante muito tempo; de pessoas que sentem a necessidade de se comunicar com o outro à distância. Com a chegada da internet as distância diminuiram bastante, mesmo continuando a mesma.
Muita gente se comunicam diariamente através de ferramentas como e-mail, MSN, Salas de bate papos, dentre outros, assim as pessoas se conhecem e até começam relacionamentos que não vão passar de troca de mensagens, de encontros virtuais, mas algumas vezes essas barreiras são ultrapassadas e há a necessidade de algo palpável, real, orgânico, daí vem o grande problema causado pela internet, a distância continua a mesma, nada mudou e nós como seres humanos pracisamos de nos encontrar, de vermos olhos nos olhos, de sentir as vibrações do outro, mas a distância parece algo intransponível, é a nova barreira entra as pessoas, pelo menos até que algum louco pense no teletransporte como algo real, bem, nessa hipótes eu não acredito que possa vir as ser real algum dia, então o que temos que imaginar nos dias de hoje, é como romper a barreira da distância entre o real e o imaginário.
Mas a distância não se aplica somente entre pessoas que tem essa ditância física, penso também na distância que não existe e as pessoas simplesmente se deixam levar pelo cotidiano, simplesmente não há mais tempo pra um bom bate papo real. É impressionante, mas eu consigo interagir virtualmente com pessoas que estão aqui próximo, quando poderia ir na casa deles, mas a comodidade, a rapidez com a qual as informações, os "ois" virtuais chegam é impressionante.
Ganhamos na velocidade da comunicação, mas perdemos o mais importante, o contato com as pessoas que gostamos, amamos e que poderiamos estar perto, mas a nossa zona de conforto não deixa.
Tenho pensado muito nisso. Porque não vou na casa de Nine e dou um abraço nela e ficamos de vbate papo or horas que é o que adoramos fazer? Porque não reunimos todos os amigos: Cláduia, Jefferson, André, Tica, Dani, dentre tantos outros que não serão citados nesse "post"? Porque não marcamos uma partida de baralho pra nos divertirmos? É muito mais fácil usar o ludo poli e jogarmos virtualmente.
Pode parecer brincadeira, mas é que estou carente de pessoas reais, porque penso que nenhuma ferramenta virtual possa substituir um abraço, um beijo, uma troca de olhares, enfim, viver uma vida real, não que eu me queixe do mundo virtual, só acho que ando me prendendo muito a ele, a culpa não é de vocês.
Amo todos vocês, não canso de repetir isso, tá virando clichê.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Os encontros...

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Pessoas, as vezes acredito que por falta do que fazer, fico pensando, é que eu acredito que “mente parada é oficina de satanás”, assim sendo, prefiro manter a mente ocupada todo o tempo. O engraçado disso tudo é que os melhores temas pra escrever aqui no blog, sempre me vem de forma inusitada. Por exemplo, falar sobre encontros foi uma idéia que me veio debaixo do chuveiro, quando estava tomando banho. E muitos outros temas já brotaram na minha idéia na hora do banho, mas quase sempre eu esqueço do que se tratava e acabo por não escrever. São mais temas que ficaram pra outro momento, quem sabe?
Falar de encontros é muito legal. Os encontros simplesmente acontecem, ou fazemos com que aconteçam. Normalmente nos encontramos com as pessoas que gostamos, pode ser um encontro a dois pra um bate papo, uma boa companhia, pode ser encontros gigantes, com amigos, no melhor modelo farra ou festa, pode ser um encontro com o seu grande amor, como também pode ser encontros desagradáveis, como encontrar aquela pessoa que você não gostaria mesmo, mas desse último tipo de encontro não é nem legal falar.
O encontro mais importante, é quando nos encontramos com nós mesmo, é um momento mágico, sublime e é desse encontro que nos preparamos para todos os outros encontros. É esse encontrar-se consigo mesmo que faz da vida humana uma dádiva. É esse encontro crucial que devemos ter todos os dias, torná-lo constante. Até os encontros virtuais viram uma forma de celebrar a vida.
Os encontros são formas de celebrações, de comunhão entre o seu ser e o ser alheio, é um momento de troca, onde podemos compartilhar experiências e pontos de vista. Nunca saímos dos encontros vazios, sempre assimilamos e fazemos assimilar. Sempre levamos algo do outro que também leva algo de nós.
Então, vamos aproveitar melhor nossos encontros, principalmente esse nosso encontro diário com nós mesmo, pois nunca se sabe quantos tantos outros encontros teremos no nosso dia. Aproveitem cada momento dos seus encontros, pois é justamente esse “aproveitar” que vamos chamar um dia de experiência, amadurecimento, enfim, evolução. E para todos você que lêem o que escrevo, viva um dia de cada vez, como se aquele dia fosse o último.
Encontrem-se.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Analisando uma instituição

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Pessoas, quero deixar bem claro que tudo o que escrevo nesse blog não são verdades absolutas, não teria eu a ousadia de ditar verdades, mas sim, expor o meu ponto de vista pessoal. Não espero que todos concordem com o que escrevo, não é esse o meu objetivo, por esse motivo, todos os comentários, sejam eles concordando ou não com o que penso, são imediatamente publicados, desde que não ofendam a ninguém.
Pois bem, o assunto de hoje é bastante complicado e controverso, afinal, explanar o que penso sobre a igeja é colocar-me na berlinda para críticas ácidas e muitas vezes ofensivas, mas como ousadia e verme todo mundo tem, eu me permito esse “post”.
Prefiro começar esse breve comentário com a caracterização da igreja cristã, e analisá-la como instituição, e não com o seu apelo à religião cristã. Assim sendo, venho logo no começo descaracterizar todas outras religiões que se dizem cristãs, pois elas não usam a igreja católica como paradigma, então, elas não devem ser consideradas igrejas, e sim negócios, e creio que esse tema já foi discutido no blog irmão “Na Sombra do Poste”.
Bem, no meu ponto de vista, a igreja católica se descaracterizou desde o seu começo. Partindo do princípio de que a sua figura central, Jesus Cristo, era um homem de uma única túnica, as práticas da igreja não condizem com o evangelho. Não consigo ver a igreja católica como uma igreja que segue o que prega, humildade não foi feita para ela, e sim vejo uma igreja arrogante, prepotente e que se acha dona da verdade.
Mas o que quero realmente expor aqui é a fragilidade de uma instituição humana com pretensões de ser divina. Analiso pontualmente os casos de pedofilia dentro da instituição. Claro que seria óbvio que um monte de homens que tem sua formação dentro de mosteiros, fossem se relacionar entre eles, tornando o celibato uma utopia, uma mentira. Devo lembrar também que nas outras instituições existem casos escabrosos e muitas vezes piores do que os da igreja católica. O que me assusta é ver o papa se esquivando de um problema endêmico à instituição. Não seria o caso de se repensar a instituição?
Quem de vocês que estão se dispondo a ler esse “post” e que também são pais, teriam a coragem hoje de deixar seus queridos e amados filhos em cursos de evangelização tais como primeira comunhão, que sejam ministrados por padres? Bem, não sou pai, mas arrisco a dizer que um filho meu jamais iria ter uma formação católica, não nessa condição. Arrisco dizer que os leigos fazem um trabalho evangelizador muito mais objetivo do que a própria instituição “igreja”.
Bem, mesmo correndo o risco de ser enxovalhado por comentários nem um pouco simpático, tentei ser o mais sucinto e breve no modo de expor o meu ponto de vista que é pessoal e não tem nenhuma pretensão de influenciar a fé de ninguém, mesmo porque, não é sobre fé que discorro nesse breve comentário.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A cerca do casamento...

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Pessoas. Sei que é muita ousadia da minha pessoa tentar escrever algo sobre casamento, nunca fui casado, no máximo, o que vivi foram breves namoros, alguns relâmpagos, outros nem tanto, então não sou um especialista no assunto, mas como verme e ousadia todo mundo tem, lá vou eu.
Conversando com um amigo, ele me falou que precisava escrever uma redação sobre casamento, e queria que eu o ajudasse, mas logo eu? Então disse pra ele que ele deveria fazer uma abordagem dos prós e dos contras de um relcionamento. Começamos pela rotina, que é um fator decisivo na durabilidade do casamento. Quando um casamento cai na rotina, pode acreditar, é o fim, pois os problemas passam a ser mais importantes que as qualidades, aí vem sempre aqueles assuntos que magoam, daí vale tudo, a descarga que não foi dada, um pentelho no sabonete, é motivo de uma rusga incurável.
Mas não podemos pensar só nos problemas, afinal, casamento também tem seu lado bom, tem alguém do seu lado pra poder dividir momentos bons e ruins, alguém com quem compatilhar alegria, sem contar que o amor é a base de todo relacionamento.
Não acredito em casamentos perfeitos, todos tem seu momentos de tensão e acho que realmente deve ser assim, pois só assim é possivel saber a capacidade de superação e fortlecimento de uma união que nem sempre dura a vida toda, mas duram um bom tempo. Não existe uma fórmula perfeita, pelo menos eu não conheço e nem nunca ouvui falar. Lembro até uma piada de Seu Lunga, em que ele chamava a esposa de amor, porque havia esquecido o nome da coitada a mais de 10 anos.
Existem sim, casais que realmente foram feitos a tampa da panela um do outro. Mas pelas estatísticas dos descasado, não é lugar comum a durabilidade dos relacionamentos.
Espero que com esse post, possa saber um pouco mais sobre casamento, comentem mesmo discordando, como falei no início, sou um leigo no assunto, só quis expor aqui o que está diante dos meus olhos.
E que sejam felizes para sempre...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Amigo é tudo

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Pessoas amadas. Creio que posso considerar cada um de vocês que se dispões a ler as coisas que escrevo, um amigo. Casualmente, estive por um bom tempo no estaleiro e andei descuidando do blog, mas quero que todos saibam que eu tô legal. Cotidianamente, nesses dias, muito pouco saí de casa, então minhas analises andaram um bocado prejudicada, sem sentir a opinião das pessoas, sem conversar com as pessoas e delas buscar entendimento para mim mesmo. O grande lance é que justamente hoje foi o dia da minha redenção, confesso, não suportei o convite de uma reunião de amigos e fui, finalmente me sinto vivo de novo. Essa minha turma de amigos são um revigorante para minha pessoa.
Já pararam para refletir sobre a quantidade de assuntos, de papos, de conversas, de besteirol rola numa mesa com 15 pessoas? Pois bem, todo chato tem que ficar observando as coisas, eis, que o chato da vez era eu. Claro, tinha mais um chato na mesa também, para ficarmos observando a felicidade com o passar dos copos de cervejas. Todo tipo de assunto é permitido numa mesa de intelectuais, sim, intelectuais, pois eramos numa mesma mesa, 8 advodados, 1 historiador, 1 médica, 1 economista, 1 músico, 1 psicologa e mais dois amigos que ainda não consegui identificar em que são formados, mas todos são formado, então os papos surgem, seguem caminho, tem fim, começa outro, e mais as coisas do dia-a-dia. É muito carinhos, abraços, sentimentos, enfim, amor, amor amigo.
E as cervejas vão descendo, enchendo so copos, que são sorvidos cada vez mais com mais vigor, mais desejo, paraece que a sêde aumenta a cada copo. Observar isso é fantástico, embora eu não goste de admitir, mas o alcool faz alcançarmos níveis absurdos de criatividade. Aí até as besteiras são interessante.
Mas como entudo na vida segue o rítmo da vida, tudo tem que ter seu começo, seu meio e seu fim.
Fim, que fim? Gente, essas pessoas atingem um nível de grude umas as outras, que a dificuldade maior é colocar esse povo pra irem para as suas casas. Eles sempre querem mais, e o papo rola, e mais coisas acontecem.
Confesso a todos vocês, eu os amo muito, vc são um carga nova de ânimo, de força, compreensão. Me sinto comprelamente renovado, estou preparado psicologicamente pra poder voltar ao trabalho. Mas uma vez tive a oportunidade de reescrever a minha história.
Vocês são demais.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A solidão não me assusta

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Pessoas, nesses 15 dias que passei afastado de todas as minhas funções devido a uma cirurgia, abordei muito o tema solidão, cheguei até a pensar que realmente a solidão me incomoda, e creio que incomode a todos, mas, pensando friamente, em momento algum eu estive sozinho. Sempre tive algumas pessoas que mesmo não se fazendo presentes naquelas dias intermináveis, estavam torcendo pela minha recuperação, pessoas que estavam com seus pensamentos em algum momento voltados para minha pessoa. Então, assim sendo, a minha reflaxão mudo de foco, e comecei a pensar nas pessoas que imaginei que tivessem preocupado comigo.
Como tinha muito tempo livre e ocioso, passei a ouvir canções que faziam abordagens da solidão. Oswaldo Montenegro me dizia que existe uma solidão que juramos por Deus que não merecíamos e que sempre não é todo dia, concordo com ele e provavelmente eu estava em um desses dias que não são o sempre.
Daí por diante, foram muitas canções e muitas abordagens até descobri que o que mais me assusta é o tédio do que a solidão. O tédio realmente me incomoda profundamente, e como não podia fazer esforço físico, não podia sair de casa, não podia fazer o que mais gosto que é e observação do cotidiano, do comportamento das pessoas.
Comentei com um colega de trabalho sobre essas minhas observações e começamos a nalisar a solidão e não o tédio, e descobri que realmente a solidão não me incomoda, muitas vezes eu até prefiro estar só, me ajuda a refletir e a aprender sobre a solidão. O fato de muitas vezes estarmos sós não que dizer que somos sós, pior é quando estamos acompanhado de milhões de pessoas e precebemos que na realidade estamos sós, isso me incomoda muito mais, olhar as pessoas e saber que não fazem parte do nosso cotidiano. É um momento onde as horas se alongam sem fim, onde a insatisfação consigo mesmo dói, e o tempo não passa.
Mas uam canção realmente me ensinou muito em uma única frase, e é com ela que pretendo encerrar o "post" de hoje.
Diz Beto Guedes: "...pra colher sempre tem companheiro, mas plantar é trabalho de quem vive só..."
E eu continuo plantando e seguindo o meu caminho, em busca de uma colheita feliz.